Murphy me ama

Quando eu chego no ponto de não querer ver nem ao menos um livro na minha frente - lembrando que livros, para mim, são um escape de tudo o que há de ruim na vida diretamente para um universo mágico moldado pela percepção do leitor - é porque há algo de muito errado, senhores.

Murphy tem essa obsessão crônica e doentia por minha pessoa. Sim, senhores, ele me odeia a ponto de ter me deixado perfeitamente bem durante todo o inverno e me fazer pegar uma gripe desgraçada durante esse calor infernal sulista, porque não basta a febre, senhores: a coisa precisa ser elevada à potência com tonturas, muitos remédios que me deixam vendo o meu duende piscar para mim e uma incrível vontade de apenas me deitar no colo de alguém e receber carinho.
Mas aí eu lembro que eu sou eu e que ninguém faria isso por mim, mas né? Murphy adora ferrar com minha vida, o que posso dizer?

Se eu não estou com paciência agora para os meus livros - que são meus amores eternos -, que o fará para pessoas, blogs ou comentários. Gente, sério, o blog pode ficar meio desatualizado. Se já não estava com ânimo antes, que o fará agora. Só quero arrumar algum tipo de amiga-babá pra me cuidar e não me deixar fazer nenhuma bobagem enquanto viajo por causa da febre.

Agora me deem licença porque verei meu duende dançar novamente aqui, enquanto tomo um chá forte de sei-lá-o-quê com um ingrediente extra na mistura e viajo completamente.
Eu voltarei.
O duende está mandando um "oi". 
Mas as resenhas no blog continuarão, pessoas. Eu apenas não postarei mais tantas dramédias da minha vida porque lá se foi minha paciência ladeira abaixo. 

Um comentário

  1. Que fase, haha!
    Não te atucana com pouca coisa, guria. Tu é mais forte do que isso.
    Estamos te aguardando ♥

    ResponderExcluir