Avalon me chama

Eu tenho essas coisas de sentir energias alheias.
De pessoas, de lugares, de objetos. Tudo tem energia, acredito, sinto, vivo isso.


Aí que estava eu na biblioteca de vários andares e escadas circulares linda e maravilhosa da faculdade quando meus olhos são chamados pela energia de um livro sem nome. Apenas a lombada, no final da prateleira, de um livro tão velho que o nome desapareceu. Mas a energia tava lá, tava linda, tava piscando pra mim. Peguei o livro e me deparei com esta capa:

(foto escura por motivos de: a pessoa que vos escreve não tem uma câmera decente e a câmera do celular achou de bom tom fazer tons contrastantes para aumentar o clima lindo de magia da capa, mas enfim, eu gostei mesmo assim) 

Foi eu tocar no livro, ver a capa, pensar um "SOU EU NESSA CAPA!" que deu tontura e forte indicação de desmaio. Aí pensa numa pessoa de um metro e meio deitada no chão da biblioteca com um livro que possui uma moça segurando a lua por capa ao seu lado. Pois então, sou eu mesma.


Aí vocês vão me dizer: mas isso é porque a senhorita não comeu direito e aí desmaiou e tal.
Não, senhores, nada disso. Isso é porque eu não sabia, mas o livro A Sacerdotisa de Avalon me chamava. Tudo que existe possui energia e as energias da magia sempre me chamam de forma fortíssima.


É um sinal do divino, isso sim.
Nem preciso dizer que o livro está comigo neste momento, né? É. 

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Wink .187 tons de frio.