5 pratos para quebrar em 2014

Se há um ano do qual não sentirei falta, este ano é 2014.
Que ano desgraçado. Que ano FUÉN. 
Eu poderia fazer uma lista quase infinita de pratos quebrados neste ano terrível, mas acho que consigo fazer um top 5 aqui.



1. Largar mão de ser otária. 
Se tem uma coisa que eu fui este ano é otária. MERMÃO, COMO ISSO OCORREU? Jamais saberemos porque nunca mais perguntaremos. Mas fui otária em níveis lindos e, olha, não direi que não mais serei na vida porque né, a gente sabe que as coisas não funcionam dessa forma. Mas posso dizer que certamente tô mais esperta, tô com mestrado e doutorado em percepção de gente escrota. Ou seja: desculpaí, gente boa, mas 'cês não me enganam mais. Aprendi com os melhores. ♥ 

2. Cabô o mimimi. 
Porque a vida pode ser resumida de formas bem simples: não deu? Ou é porque não teve como, a situação realmente era inviável, ou é porque alguém (você, eu ou Mr. Darcy montado em seu cavalo branco) não quis. E não somos vampiros de séries televisivas para hipnotizar pessoas por meio de olhares e fazê-las mudarem de vontades, projetos, sentimentos, whatever. O jeito é parar de mimimi e seguir em frente que a vida é assim mesmo e quem parado fica acaba com cara de David Tennant na chuva.

3. Silêncio.
Já diz em Doctor Who: "Silence will fall when the question is asked." Mas não, chega, não pode ser assim. Porque em 2014 eu me tornei uma pessoa muito silenciosa. Quer dizer, em termos. Só falo bobagens, mas evito assuntos importantes. Evito confrontos. Fiquei "whatever" demais e isso só me trouxe dores de estômago e urticária de tanta coisa reprimida. No more silence.

4. Praticar o desapego.
Eu poderia culpar minha lua em câncer, poderia culpar a criação que tive, poderia culpar os filmes da Disney, mas a culpa é toda minha se eu me permito apegar a coisas/pessoas/situações bizarras e nada saudáveis para mim. O apego tem de morrer (ao ser partido em trocentos pedacinhos).

5. Desleixo.
Comigo mesma, principalmente. Não sei precisar quando me tornei essa pessoa que não dá muita bola para si mesma, mas foi um caminho longo que culminou numa breve deprê, em textos clichês e em muito mimimi desnecessário. Precisa? Não precisa. Bora me cuidar mais, cuidar mais de minhas coisas, meu corpo, meus interesses e mandar o resto do mundo (ou quase) pra o inferno, que é onde pertencem.
Esse post foi um oferecimento Rotaroots, um grupo de blogueiros com propósito mais old school e voltado para conteúdo de qualidade. Conheça o grupo no facebook e o site.

4 comentários:

  1. Nossa. São ótimas resoluções. 2015 precisamos de uma mudança drástica nas nossas vidas MESMO, em especial no que diz respeito às nossas relações interpessoais, porque 2014 foi um ano que eu mais desfiz amizades do que fiz.

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  2. me identificando com o 1, o 2, o 3, o 4 e ah, pera, o 5. Mia, você leu meus pensamentos? kkkk

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  3. De todos os seus pratos para serem quebrados o mais difícil para mim é o do desapego. Eu me apego fácil, mas para desapegar...
    Eu também preciso deixar de ser trouxa. Precisa da carta de Hogwarts para isso? hahahha
    Feliz ano novo e boa sorte com os pratos quebrados ;)
    Bjs

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  4. Praticar o desapego deve ser uma das coisas mais dificeis, mas convenhamos depois que você aprende, a vida fica tããããõ mais leve.

    beijos
    followcintia.com

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Wink .187 tons de frio.