22 dezembro 2017

Wink Literary Awards 2017

Ou: RETROSPECTIVA LITERÁRIA 2017 

Mais um ano se passou e eu não sei como isso aconteceu. O que sei é que começo a escrever isso no dia 20 de dezembro de 2016, mas pode bem ser que seja postado só na volta das férias. Veremos. O fato é que chegou a hora de fazer resoluções e retrospectivas. Honestamente eu odeio demais lembrar do que passou. Prefiro olhar pra frente e fazer um presente bacana - não pra ser lembrado com nostalgia, mas sim pra ser vivido aqui e agora. Mas, por mais que eu não goste de retrospectivas em geral, gosto de fazer uma: a literária. 

Esta semana ainda tem: aniversário do sobrinho, aniversário do namorado, entrevista de emprego (torçam por mim!), Natal e viagem pra SC, então não é como se estivesse sobrando tempo pra escrever por aqui. Portanto, vou aproveitar pra fazer isso agora porque sabe-se lá, não é mesmo. 

Até agora (tenhamos fé, pretendo terminar o que estou lendo e ler ainda mais um até o final do ano) li 55 livros este ano, o que já é bem mais do que no ano passado, graças a deus. Vamos lá.

UPDATE: foram 56 livros! Li mais um durante a viagem pra Garopaba, mas não deu pra atualizar antes porque não tinha interwebs por lá. :(

~foto de qualidade celular em local escuro dentro de casa, mas a felicidade da pessoa com esse livro é real~

Lidos em 2017
Despertada • A face da guerra • Destinada • Escondida • Bonsai • A montanha mágica • O vento solar • Revelada • A elegância do ouriço • Cartas • Heartlight • A teia de luz • A teia de trevas • Redimida • Os ancestrais de Avalon • Aura • Contos maravilhosos, infantis e domésticos • O violino cigano - e outros contos de mulheres sábias • Fausto • Vincent • Alucinadamente feliz • O homem do castelo alto • Outros jeitos de usar a boca • Profissões para mulheres e outros artigos feministas • A casa dos espíritos • Sejamos todos feministas • Para educar crianças feministas • 1984 • Amora • A garota-corvo • Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban • Harry Potter e o cálice de fogo • Harry Potter e a Ordem da Fênix • Harry Potter e o enigma do príncipe • A insustentável leveza do ser • A guerra não tem rosto de mulher • Harry Potter e as relíquias da morte • Harry Potter e a criança amaldiçoada • Descubra a missão de sua alma • O livreiro de Cabul • Em busca de abrigo • Atlas de nuvens • O conto da aia • Brida • A garota no trem • Fraude legítima • Extensão do domínio da luta • As perguntas • Orgulho e preconceito • O livro do juízo final • Enclausurado • O exorcista • Não vai acontecer aqui As irmãs Romanov • Anna Kariênina La Belle Sauvage

Maior livro 

Anna Kariênina, do Tolstói, com 840 páginas.

Menor livro 

Sejamos todos feministas, da Chimamanda, com 64 páginas. 


Piores do ano 

Ano passado o pior livro foi aquele do Daniel Galera que provavelmente é um dos posts que mais atrai gente aqui pra o blog porque está sempre no top 5 dos mais acessados. Este ano o livro é de um amigo dele (que eu não sabia que era amigo até chegar à última página e ver agradecimentos pra o cara): As perguntas, do Antônio Xerxenesky, foi um livro que me fez me perguntar o que diabos eu estava fazendo perdendo meu tempo com aquilo porque AAAAAAAAAAAH. Já falei muito sobre o porquê eu o achei tão ruim assim, mas num resumão: o que me irritou mais é ver que o autor tinha muita possibilidade de fazer algo bacanudo e resolveu tomar outro caminho e fazer algo mais do mesmo com pretensões de ser super profundo e tudo o mais no gênero terror. Gente, menos.

Mas na verdade ele empata com um outro livro que fui obrigada a ler pra faculdade: Extensão do domínio da luta, do Michel Houellebecq é um livro tão ruim, tão deprimente, tão affs, que tem menos de duzentas páginas e eu demorei mais de uma semana pra lê-lo porque não aguentava mais aquele narrador terrível e aquele niilismo fajuto da narrativa. É tudo horrível, o mundo é uma desgraça, o cara é completamente misógino e só critica a tudo e todos. Mais chato que eu, não dá pra aguentar. Houellebecq, não sei pelo que você estava passando quando escreveu essa desgraça, mas você pode fazer melhor. (Inclusive, só não me desfiz do livro porque ele tem um autógrafo do cara e realmente gostei de outro livro dele a ponto de querer guardá-lo só por conta disso, caso contrário já teria ido morar num sebo.)

Outro que me deu ranço em 2017 foi um que eu queria ler demais e realmente pensei que fosse ser excelente, mas que acabou sendo tão ruim que teve uma hora em que eu só pegava o livro, lia uma bobagem nele e ria de desespero porque RIDÍCULO. Infelizmente é assim que tenho de classificar o Enclausurado, do Ian McEwan. A história básica é a de um feto narrando o que se passa pelo que percebe dentro do útero da mãe. A história real é um feto que tem mais conhecimentos geopolíticos e de vinicultura do que eu, você e todo mundo da minha faculdade juntos. É tão sem sentido que nem eu, que adoro histórias estranhas, consegui comprar essa. Depois de ler um livro dele ano passado e ter amado, pensei que teria uma ótima experiência dessa vez, mas foi um fail tão abobado que nem consegui levar o livro a sério. Não sei o que deu no senhor Ian, mas foi bem louco o resultado.

Melhores do ano 

Se alguém aqui tinha alguma dúvida essa pessoa estava completamente louca, porque obviamente o melhor livro do ano foi A montanha mágica, do Thomas Mann. Na verdade, comecei ele no ano passado e só terminei de lê-lo este ano porque é um livro realmente pesado, tanto fisicamente quanto em narrativa, e me levou seis meses pra conseguir concluí-lo, mas foi incrível demais e Thomas Mann estava certíssimo ao dizer, lá no início do livro, que ele não é uma leitura pra se apressar, mas pra fazer com calma e na #pas. Tão excelente que preciso relê-lo ainda várias vezes. Eu sou realmente muito grata à Companhia por ter relançado esse livro porque o mundo contemporâneo precisa conhecê-lo e amá-lo tanto quanto eu. Todos precisamos ler A montanha mágica. Não se assustem com o tamanho, esse livro é encantador demais.

Mas este foi um ano de excelentes leituras. É verdade que poucos foram os livros favoritados, mas os que foram eu amei tanto que não posso deixar de fazer a minha listinha de favoritos. Um deles é O livro do juízo final, da Connie Willis, que é um livro de sci-fi escrito por uma mulher, com protagonista mulher e com viagem no tempo. BEM ESCRITO DEMAIS! Realmente deu pena de terminá-lo e é certo que vai ser relido logo logo. É engraçado porque eu não costumo gostar de sci-fi justamente por causa da falta de mulheres nas tramas (basicamente todas escritas por homens, coincidência alguma nisso), mas me empolguei com esse porque envolve viagem no tempo e DOCTOR WHO FEELINGS e acabei descobrindo uma história que me fez ficar obcecadinha pelo tema. Amei ♥

Ano passado eu havia visto esse filme e fiquei completamente apaixonada pela história, pelas personagens, pela mensagem poderosíssima que ele passa. Aí descobri que ele não é apenas um filme, mas um livro. Então fiquei realmente obcecada, mas caro demais e não poderia comprá-lo. :( Foi quando a parceria com a Companhia chegou na minha vida e eu pude solicitar o excelente Atlas de nuvens, do David Mitchell. Quanto mais eu penso nele mais percebo o quanto ele é especial. Se eu pudesse convencer as pessoas a lerem livros diferentes e com narrativas estranhas total o faria apenas pra que elas lessem esse e sentissem o mesmo sentimento de completude de tudo faz sentido que senti e sinto cada vez que lembro desse livro. LEIAM ISSO, FAÇAM CLOUD ATLAS ACONTECER!

Todo mundo já falou desse livro este ano, mas foi uma surpresa tamanha que não tem como eu não falar de novo sobre ele: Outros jeitos de usar a boca, da Rupi Kaur, foi um livro que eu pensei que fosse ridículo e que detestaria, mas que comecei a folhear e não consegui largar mais. Ele é sensível, real e falou tanto comigo que me peguei chorandinho enquanto o relia pela terceira vez consecutiva no dia. O livro se divide em quatro partes e cada uma delas tem poeminhas que vêm direto do coração e que causam uma experiência incrível de leitura e sentimentos. (E ó, 100% nem aí pra o pessoal metido a cult que fala que esse livro não é de poesia porque poesia não é isso. O Leminski, que fazia a mesmíssima coisa, só que com temática diferente e meio megalomaníaca, ninguém critica, mas da Rupi, porque fala de sentimentos, o povo quer cair em cima. Vão se catar, sinceramente.)

Eu não poderia fazer uma lista de favoritos do ano sem falar num livro que não apenas me entreteve e divertiu como salvou de certa forma em diversos momentos. Claro que estou falando do Alucinadamente feliz, da Jenny Lawson. Eu já falei demais desse livro e vou continuar falando porque a Jenny virou uma inspiração de vida. O movimento alucinadamente feliz que ela criou é algo que venho tentando trazer pra o meu cotidiano porque ela está certíssima em dizer que se a gente tem energia e intensidade pra se afundar tanto na tristeza quando as crises depressivas e/ou de ansiedade batem, então vamos canalizar essa energia e ser o mais feliz que pudermos ser, mesmo que as pessoas nos achem ridículas. Achei isso genial e já é estratégia de sobrevivência pra vida adulta. Leiam isso e sejam alucinadamente felizes também. :)

Tem livro que a gente acha que não vai acabar nunca mais. E tem livro que a gente acha que vai demorar demais porque é enorme, mas que acaba rapidinho. Foi assim com Anna Kariênina, do Tolstói. Calhamaço russo repleto de bailes e gente da alta sociedade imperial que me deixou com vontade de ler tudo o que esse homem escreveu. O tipo de livro gigante que a gente tem medo de ler até que lê e percebe que é incrível demais e já quer começar a releitura. Esse eu ganhei da Companhia (♥) e honestamente, quando eles disseram que ia sair uma nova edição dele e colocaram a capa nas redes, xinguei demais no twitter achando essa capa horrorosa. Mas quando ele chegou aqui em casa e eu o vi pessoalmente, percebi que a edição é lindíssima e que as fotos não fazem jus à essa capa. Obviamente que entra pra lista de favoritos porque LIVRO MARAVILHOSO DEMAIS e descobri que sou uma versão feminina do Liévin. LIÉVIN É O NOVO HANS CASTORP, inclusive.

Melhores releituras 

2017 foi o ano das releituras. Reli alguns livros de que estava com saudade e não me arrependo nem um pouco.

O tanto que eu amo esse livro é algo que não pode ser facilmente expressado, mas vou tentar. Apesar do título parecer algo meio Zíbia Gasparetto, o que a Isabel Allende faz em A casa dos espíritos é um resgate da memória chilena pré-ditadura e da formação da mesma, tudo no âmbito familiar da casa dos del Valle e sob a ótica feminina. É como uma As brumas de Avalon, só que sem a magia e questões arturianas e sim sobre a história real. É um livro lindo lindo lindo e extremamente delicado. A Allende flerta abertamente com o realismo fantástico, gênero que eu amo demais, e, apesar de ter gente que diz que esse é um Cem anos de solidão melhorado, eu digo o contrário: ele é melhor que o livro do Gabo (e olha que eu gosto desse livro, hein) porque faz parte de uma realidade da qual já perdemos noção. Precisa ser relido ainda muitas vezes.

Se alguém estava estranhando que a essa altura do campeonato eu ainda não havia falado sobre A insustentável leveza do ser, pode acalmar o coração porque não tem nada de estranho acontecendo: é que estou fazendo a lista por ordem de leitura, não de amor. Mas o livro do Milan Kundera não perde em nada pra o da Allende no quesito ~livros que amo demais e quero reler muitas vezes~. Só que esse é meu favorito da vida, como todo mundo que acompanha este blog já sabe, e o fato de a Companhia estar relançando a obra do Kundera no Brasil com umas edições lindíssimas só me fez feliz, ainda mais porque me mandaram esse livro. Sim, eu já tinha ele numa edição antiga. Não, novas edições nunca são demais e estamos todos contentes e com a estante lotadíssima. Eu já falei demais dele, mas não custa dizer novamente: LEIAM ESSE LIVRO! ♥

A primeira vez que li esse livro eu tinha 17 anos e achei o Mr. Darcy um saco e não entendi o hype. Ao relê-lo este ano percebi que EU ME TORNEI O MR. DARCY e a vida é louca demais pra gente ser simpático com todo mundo o tempo inteiro. Jane Austen é uma daquelas autoras atemporais que a gente sempre vai amar porque ela tinha não apenas uma escrita incrível, mas também aquela medida certa de contar uma história que agradasse a todos porque não é ~apenas~ uma história de amor: é uma história sobre como as pessoas são escrotas e como a gente se engana achando que tá agindo o melhor possível. Isso sem falar em toda a crítica social que ela faz. Orgulho e preconceito é um desses livros que ainda quero reler várias vezes (inclusive, não tenho uma edição pra chamar de minha e tive de ler emprestado da biblioteca; se alguma boa alma se dispuser a me dar esse livro de Natal eu serei bastante grata).

Esse é o livro com VIAGEM NO TEMPO. Não tem como passar meia hora conversando comigo e sair sem saber que viagens no tempo são o meu fraco. E além de eu amar o universo potteriano, ao fazer a releitura da série este ano, pude amar mais ainda o meu livro preferido da J.K. Rowling: Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban. Foi meu preferido na minha leitura e continua sendo agora, aos 23 anos, quando o li pela segunda vez e novamente me apaixonei pela história do Sirius Black e pelas artimanhas da Minerva e do Dumbledore pra fazer aqueles meninos sobreviverem (até parece que a Minerva não sabia do uso do vira-tempo, tsc tsc). Ele é basicamente um livro de mistério no mundo da magia e o que mais me dá uma sensação de #pas antes de tudo ficar sombrio em O cálice de fogo. Muito amorzinho.

O exorcista continua sendo um dos meus livros preferidos, mesmo após tantos anos da primeira leitura, porque ninguém vai me tirar da cabeça que o que o William Peter Blatty fez foi simplesmente genial. O cara conseguiu contar uma história de terror sem te dar certeza se o verdadeiro terror é o demônio ou se tudo não passa de questões de saúde (mental e/ou física). É apavorante pensar que o verdadeiro mal está na ignorância e não no sobrenatural. Parabéns pra esse cara, esse livro continua me assustando e me levantando questões que preferiria não ter. 10/10 pra ele. (E vão perder o medo pra ler esse livro porque é um dos melhores da vida e, apesar de ter semelhanças com o filme, há várias coisas que não se tem apenas na experiência cinematográfica.)

Melhor personagem 

Difícil. Deveras difícil. Eu poderia citar várias personagens, mas vou dar o destaque pra uma já conhecida minha de longa data e que já mora no coração de muitos leitores: Elizabeth Bennet, de Orgulho e Preconceito, livro da Jane Austen. Eu sei, clichezão, mas ela é uma das melhores personagens da literatura e não tem como ler o livro e não gostar dela. Empatado está o Mr. Darcy, obviamente, porque após anos da primeira leitura percebi que me tornei o antissocial esquisito próprio Mr. Darcy. Só que sem a parte da fortuna gigantesca e de ter um pinto. De resto, mesma pessoa.


Também amei demais a Kivrin, de O livro do juízo final, porque essa coisa de querer enlouquecidamente viajar no tempo, apesar de todos os perigos, e conseguir realizar seu desejo é muito a minha cara e algo que total faria se isso fosse possível. Kivrin, te dedico.

Maior fail literário 

Olha, este ano tô bem desapegada do conceito de fail porque tô trabalhando com a ideia de que ler é ótimo desde que não seja uma obrigação e que a gente não se torture com isso. Li bastante. Poderia ter lido mais? Poderia, desde que eu não tivesse uma vida com trabalho, faculdade, família e blablabla. Então acho que foi uma boa quantia. Mas digamos que o fail do ano é não ter conseguido ler os outros cinco livros a que me propus ler ainda este ano e que não deu. Mas tudo bem, 2018 tá chegando e vai dar tudo certo. :)

Melhores aquisições 

Novamente, Alucinadamente feliz ganha uma categoria porque quando penso na melhor aquisição do ano, em termos de livros, penso naquela tarde horrivelmente quente em Porto Alegre em que entrei numa Saraiva mesmo sabendo que não iria comprar nada lá porque livros são caríssimos em livrarias e acabei encontrando esse livrinho. O único que tinha no estoque. Com desconto de mais de cinquenta por cento. Foi amor à primeira vista e uma leitura realmente especial.

Mas também preciso incluir aqui livros incríveis demais que consegui comprar este ano - basicamente todos em sebos porque as pessoas são loucas e se desfazem de livros maravilhosos - como Contato, do Carl Sagan, Ensaio sobre a cegueira, do Saramago, A casa dos espíritos, da Isabel Allende e Contos de imaginação e mistério, do Edgar Allan Poe: comprei todos por dez pilas cada e honestamente não sei como as pessoas os venderam por esses preços, mas estou feliz por tê-los.

Isso pra não falar da série O único e eterno rei, do T. H. White, que consegui trocar num sebo e estão NOVÍSSIMOS E LINDOS e eu nunca poderia tê-los porque são caríssimos em sebos online e esgotados em livrarias e editoras. O dia que vi eles no sebo e tive de deixá-los literalmente saí chorandinho, mas aí fiz uma limpa na minha estante, separei os livros que não queria mais em casa e consegui trocá-los. ♥ MUITO AMOR. 

Quote preferido 

— E será só no último estertor que você compreenderá que toda a sua vida não passou de uma gota d'água num oceano infinito! 
— Porém o que é um oceano senão uma multidão de gotas d'água? 
(MITCHELL, David. Atlas de nuvens. p. 538.) 

O QUE É UM OCEANO SENÃO UMA MULTIDÃO DE GOTAS D'ÁGUA, CARA???? ♥ 

10 comentários:

  1. Amiga, compartilho 100% da sua opinião sobre Outros Jeitos de Usar a Boca -- e o que você disse sobre outros poetas trabalharem dessa forma não ser tão criticado é MUITO real, as pessoas não estudaram o concretismo ainda, ao que parece -- e vamos enaltecer esse livro mesmo muitas outras pessoas já o terem feito <3
    ANNA KARIÊNINA, QUE LIVRÃO. Acho que se eu fizesse um melhores personagens colocaria o Liêvin, inclusive.
    (O gif do Mrs Darcy, eu mesma)

    Limonada (antigo Novembro Inconstante)

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  2. Recentemente participei de um sorteio de um vlog literário em que eu ganharia alguns clássicos, dentre os quais A Montanha Mágica, que fiquei com muita vontade de ler depois de conhecê-lo pelo Wink. Acho lindo calhamaços e eles sempre me atraem.
    A dor de ter perdido o sorteio, ELA É REAL.
    Mas um dia ainda topo com ele por aí..

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  3. Ual, eu li um pouco mais do que vocÊs. 70, e mesmo assim fiquei depre por não ter batido 100, eu também reli harry potter e amei, afinal é um clássico. Amei conhecer mais sobre suas leituras apesar de ser bem diferente de mim. Espero que tenha um bom fim de ano.

    Beijos

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  4. Olá, tudo bem?
    Achei bem interessante a sua publicação, na lista dos melhores do ano eu tenho 2 dos 6 livros e não li nenhum deles. A sua aquisição, livro do Poe pela Tordesilhas foi uma excelente aquisição, esse livro é magnífico!
    Abraços!

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  5. oii
    Foi um ótimo ano para você hem!!! Quero muito ler enclausurado (pena que você não gostou), Ana Kariênina. A montanha magica, Outros jeito de usar a boca, O livro do Juízo final, A casa dos espíritos.
    Harry Potter e Orgulho e Preconceito são amor!
    A insustentável leveza do ser vai entrar no meu top melhores livros do ano!
    Bjus

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  6. Olá, que bacana sua retrospectiva literária. Eu fiquei com vontade de ler todos os seus livros favoritos do ano e também os que você citou como releituras.

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  7. Uauuu, adorei sua retrospectiva, muitos livros citados já estão na minha wishlist!!!!
    Que 2018 seja muito melhor, que as leituras sejam ótimas!!!
    Bjs

    https://blog-myselfhere.blogspot.com/

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  8. Oi. Gosto de lembrar do que passou, isso me mantem viva. 55 livros é um número bom, inclusive porque muitos desses são leitoras densas, não sei ao certo quantos eu li, provavelmente bem menos, mas gostei muito de minhas leituras este ano, exigiram mais de mim, foram desafiadora e me trouxeram novas perspectivas.

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  9. Olá,
    Pela sua lista claramente lemos gêneros bem diferntes rs
    Com exceção de Harry Potter que li alguns anos atrás, não li nenhum dos outros, mas o livro do juiz final parece muito bom mesmo.

    Debyh
    Eu Insisto

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