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03 março 2013

Tolstói sabia o que dizia

Devo dizer que considero o fim do amor muito mais bonito do que seu começo, pois é como diz em Anna Karênina: "todas as famílias felizes são iguais, mas cada família infeliz é infeliz à sua maneira". Os amores começam da mesma forma, juras são trocadas, palavras - um tanto quanto vazias e clichês até - e gestos sendo repetidos sincronicamente. Mas o fim é sempre ímpar.
Eu gosto de ímpares.
E gosto de fins.

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