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24 novembro 2017

Dates ruins ou como atraio gente bizarra

Dia desses estava rolando no tuíter uma hashtag falando de #datesruins. Eu olhava pra aquilo e ria porque tinha um pessoal compartilhando umas coisas bizarras demais. Mas aí lembrei que justamente por conta dessa bizarrice toda - que, aparentemente, na vida das pessoas normais acontece apenas de vez em quando, ao contrário da minha, em que ocorre algo estranho praticamente todos os dias, o que honestamente me faz pensar se não sou alguma personagem de sitcom - é que eu tenho um blog. Então nem entrei na onda da hashtag e salvei a ideia pra escrever aqui mesmo, falando de um date muito ruim ou como eu atraio gente bizarra. 


O golfinho 

O título total poderia servir pra falar de uma outra entidade que eu chamo de golfinho-saltitante, mas essa história não tem nada a ver com date (graçasadeusa) e eu vou contar outro dia. Mas antes do golfinho-saltitante, essa criatura dozinfernos, aparecer na minha existência, houve um outro golfinho. Ele parecia um cara normal. Um pouco nervoso pra o meu gosto e com cabelo arrepiado em excesso (jamais entenderei a moda do cabelo arrepiado, fica todo mundo parecendo uma versão menos estilosa do Super-Shock, mas enfim). A gente tava saindo há uma semana porque honestamente eu não tinha nada melhor pra fazer e ele estava ali aparentemente todo querendo minha companhia. (Não me arrependo, mas não faria novamente.) 

O fato é que depois de três dias eu já havia enjoado do guri. Okay, eu tenho um histórico de enjoar de pessoas rapidamente porque pessoas cansam demais, mas dessa vez eu realmente me superei. Só que, como já disse, não tinha nada melhor pra fazer m e s m o. Então na sexta eu estava indo pra minha aula quando ele apareceu e se grudou em mim na faculdade. Ainda faltava um tempinho pra aula, então fiquei ali, sentada num banco, com ele do meu lado falando abobrinhas tamanhas que honestamente eu nem lembro. Eu estava quase indo embora de puro tédio quando, em certo momento, ele virou bruscamente pra mim, pegou na minha mão e começou a falar como um golfinho. 

Eu repito: ELE COMEÇOU A FALAR COMO UM GOLFINHO. 


E ISSO DUROU 10 MINUTOS. 

EU CRONOMETREI. 

No primeiro minuto eu achei curioso e bizarro. Depois apenas permaneci pra ver até onde aquilo iria. Ele imitava perfeitamente um golfinho e tentava me beijar no processo. Vocês já viram um cara imitando um golfinho com o corpo inteiro? E tentando beijar alguém ao mesmo tempo? Pois é, não recomendo. É a visão do inferno. 


Quando ele finalmente parou, disse: "Eu prometi a mim mesmo que ia te conquistar imitando um golfinho". 


Por que diabos alguém faz uma promessa dessas, eu jamais entenderei. Mas a história foi tão absurda que virou parte de uma reportagem pra uma rádio daqui sobre dates ruins. VEJAM SÓ COMO SÃO AS COISAS. Obviamente nem é preciso dizer que nunca mais vi o rapaz porque eu posso ser maluca, mas ainda não cheguei a esse ponto. 

P.S.: eu realmente tenho medo de golfinhos. Eles são criaturas malignas que fazem estupro coletivo em outras espécies e até mesmo na própria, e se divertem com isso (sério, já foi comprovado que eles fazem isso POR PRAZER e domínio, é apavorante). Golfinhos são do mal e eu quase tive um ataque com aquele cara imitando um pra me conquistar. Deus me livre dessa gente estranha.

Por hoje é só porque deu de bizarrice pra um só dia, né. 

6 comentários:

  1. shaushuahsuahsuahushausha Meu Deus, que bizarrro shahsshua.

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  2. ??????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

    Não consegui pensar em mais nada pra comentar, desculpa

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  3. misericórdia, isso não foi um date, foi uma sessão de tortura! hahaha ainda bem que você se livrou.

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  4. de onde você conheceu ele, mia? ajsajdoajdklajs

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  5. QUE
    amiga
    QUE

    esse lance do estupro coletivo dos golfinhos eu também já vi, apesar de ainda achá-los simpatiquinhos e tudo o mais. mas numa situação dessa NÃO DÁ. esse rapaz era claramente doido. que bom que cê fugiu!!

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  6. Bdidndid eu morri, mds mano como assim isso eh possível?

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