Ah se soubessem do que eu sei...
Se soubessem o quanto é gratificante ser abraçada depois de uma discussão, ou como é bom poder comer o leite condensado que sobra na caixinha de colher.
Se soubessem. Se soubessem as maluquices que eu faço quando amo alguém, e que não é que eu seja louca desvairada: mas é que o amor deixa a todos assim.
Se soubessem como ser uma garota astuta e ter as pessoas nas mãos, apenas com pequenos gestos como sorrisos e palavras educadas. Se eles tivessem conhecimento do que uma menina rejeitada é capaz de fazer com toda a vergonha e humilhação passadas.
Se eles soubessem o quanto é gostoso acordar de madrugada, tomar um banho bem quente e depois voltar a dormir, nesse frio de inverno em pleno outono que faz aqui.
Ah, se soubessem o quanto é revigorante levantar, pôr as suas músicas favoritas, pegar uma escova de cabelo e cantar com toda a voz, fingindo que a escova é um microfone.
Se soubessem que todas essas idiotices que os jovens fazem não fazem mal a ninguém, ah, se eles soubessem disso. Se soubessem que nós não entendemos tanta preocupação com uma simples diversão. Com a alegria. Com a felicidade de ser quem se é sem se preocupar com estereotipação ou com julgamento alheio.
Mas eles não sabem o que eu sei, ou apenas fingem que não, dizendo que tudo é errado e colocando tudo em peso de pecado. Será mesmo que eles também não fizeram suas loucuras juvenis? Duvido muito de que não.

Se soubessem o quanto é gratificante ser abraçada depois de uma discussão, ou como é bom poder comer o leite condensado que sobra na caixinha de colher.
Se soubessem. Se soubessem as maluquices que eu faço quando amo alguém, e que não é que eu seja louca desvairada: mas é que o amor deixa a todos assim.
Se soubessem como ser uma garota astuta e ter as pessoas nas mãos, apenas com pequenos gestos como sorrisos e palavras educadas. Se eles tivessem conhecimento do que uma menina rejeitada é capaz de fazer com toda a vergonha e humilhação passadas.
Se eles soubessem o quanto é gostoso acordar de madrugada, tomar um banho bem quente e depois voltar a dormir, nesse frio de inverno em pleno outono que faz aqui.
Ah, se soubessem o quanto é revigorante levantar, pôr as suas músicas favoritas, pegar uma escova de cabelo e cantar com toda a voz, fingindo que a escova é um microfone.
Se soubessem que todas essas idiotices que os jovens fazem não fazem mal a ninguém, ah, se eles soubessem disso. Se soubessem que nós não entendemos tanta preocupação com uma simples diversão. Com a alegria. Com a felicidade de ser quem se é sem se preocupar com estereotipação ou com julgamento alheio.
Mas eles não sabem o que eu sei, ou apenas fingem que não, dizendo que tudo é errado e colocando tudo em peso de pecado. Será mesmo que eles também não fizeram suas loucuras juvenis? Duvido muito de que não.
E apesar dos pesares continuamos vivendo nossas vidinhas sem sentido nesse mundinho louco chamado Terra. Porque é de sonhos que se vive, e de realidade que se sonha. E você, sabe de tudo isso?
(Mia S. sabe das coisas)


