Esse deve ser um dos livros mais comentados da história da literatura. Há várias resenhas dele, e sei que seus personagens despertam muito amor na maior parte das menininhas ratas de biblioteca como eu. Porém eu devo dizer que sim, ele é um ótimo livro. E só. Não me despertou emoção alguma, tampouco aquela sensação gostosa de quando a gente lê um livro e se identifica com as personagens, sente as emoções que ali são narradas, torce, chora, ri. Ele é - para mim - apenas um livro bem escrito (e eu estou ciente de que irei ser apedrejada por isso, mas leiam toda a crítica antes de falar algo, ok?).
Para quem ainda não entendeu de qual livro eu falo ao ler o título, eu estou falando do queridinho das românticas de plantão, o tão amado e idolatrado Orgulho e Preconceito, de Jane Austen. Sim, ele é um livro muito bom, bem escrito, com personagens bem articulados e situações cômicas. Tenho certeza de que para a época foi um grande avanço literário, e a história é digna dos sonhos de qualquer menina que deseje se sentir como uma princesa (não que Elizabeth Bennet fosse uma princesa no livro, mas vocês entenderam o que eu quis dizer).
Para quem não conhece a história ou não se lembra direito dela, aí está:
Sim, eu gostei do livro. Mas não gamei nele. Para mim, Orgulho e Preconceito nunca será tão bom quanto O Morro dos Ventos Uivantes (de Emily Brontë), e Mr. Darcy nunca terá tanto fascínio quanto Heatchcliff. Porém é um livro que vale a pena ser lido. É uma ótima leitura, ainda mais se você for uma dessas mocinhas românticas que amam amores cheios de empecilhos e água com açúcar (o que não é o meu caso).
O único Mr. Darcy pelo qual que gamei foi quando interpretado por Colin Firth, em 1995 (todos devem assistir a essa minissérie baseada no livro):
Para quem ainda não entendeu de qual livro eu falo ao ler o título, eu estou falando do queridinho das românticas de plantão, o tão amado e idolatrado Orgulho e Preconceito, de Jane Austen. Sim, ele é um livro muito bom, bem escrito, com personagens bem articulados e situações cômicas. Tenho certeza de que para a época foi um grande avanço literário, e a história é digna dos sonhos de qualquer menina que deseje se sentir como uma princesa (não que Elizabeth Bennet fosse uma princesa no livro, mas vocês entenderam o que eu quis dizer).
Para quem não conhece a história ou não se lembra direito dela, aí está:
Conta a história das 5 filhas solteiras de Mr. e Mrs. Bennet, após o rico Mr. Bingley e seu amigo Mr. Darcy, terem se instalado nas vizinhanças da sua propriedade. Enquanto Bingley se interessa imediatamente pela mais velha das irmãs Bennet, Jane, Darcy tem dificuldades em se adaptar à sociedade local, e entra em discórdia com a segunda das irmãs, Elizabeth.Porém o que eu não entendi é o por que de a maior parte das meninas que leem esse livro ficarem apaixonadas pelo Mr. Darcy. Ele é obscuro, orgulhoso, mal fala, guarda tudo para si próprio. Não é algo muito atraente (a não ser para aquelas que gostam de se sentirem inferiores ou desprezadas de certa forma). Sim, sim, no final do livro foi revelado seu "verdadeiro" caráter. Mas de qualquer forma, não há nada de excepcional nesse personagem. De fato, considero o Mr. Bingley muito mais interessante do que Darcy.
É um romance muito bonito, bem estruturado, cheio de preconceitos (como o próprio nome diz) e de muito, muito orgulho, de ambas as partes, é claro (tanto de Elizabeth quanto de Darcy). Elizabeth é uma personagem interessante, e é a que mais me chamou a atenção. O que faz dela uma personagem tão interessante é seu sarcasmo, ironia e um certo "deboche" pela alta sociedade.
Sim, eu gostei do livro. Mas não gamei nele. Para mim, Orgulho e Preconceito nunca será tão bom quanto O Morro dos Ventos Uivantes (de Emily Brontë), e Mr. Darcy nunca terá tanto fascínio quanto Heatchcliff. Porém é um livro que vale a pena ser lido. É uma ótima leitura, ainda mais se você for uma dessas mocinhas românticas que amam amores cheios de empecilhos e água com açúcar (o que não é o meu caso).
O único Mr. Darcy pelo qual que gamei foi quando interpretado por Colin Firth, em 1995 (todos devem assistir a essa minissérie baseada no livro):
Tem como não gamar?
Pronto. Agora vocês podem apedrejar a vontade.
E enquanto eu estiver nessa vibe "whatever" vou postar apenas resenhas antigas e alguma coisa dos rascunhos. Não que eu saiba fazer resenhas, mas bora aprender isso na marra. Bye.


