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24.2.12

No fundo do poço

Chega uma hora na vida em que nos deparamos com nosso destino final. A hora de descer na estação chegou, e estamos ali, onde esperamos toda nossa vida para estarmos, sem saber o que fazer. A sensação de impotência em frente ao destino é imensa. A sensação de que talvez o destino não exista e que fomos tolos em confiarmos em algo não palpável, irracional, de nossos instintos. 

Acho que o fundo do poço é isso: é quando chegamos no nosso objetivo final, mas daí percebemos que não é o final e que temos de continuar. Continuar pra onde? Ninguém sabe. Não há uma plaquinha que indique o caminho certo, nem apenas um mapa, nem uma voz interior (que antes vivia se manifestando sem ser querida, diga-se de passagem, e ferrando com toda a realidade). Não há nada para auxiliar na escolha de um novo caminho. E agora? Continuar? Não dá pra continuar. Esse era o caminho e você chegou até o fim dele. Ponto final. End of story. E aí, o que se faz numa hora dessas? Se fica quietinho, no fundo do poço. Porque quando você não sabe o que fazer, o melhor é não fazer nada. 

Mas pensa pelo lado bom: ao menos ninguém vai te ver lá no poço. Ou vai, se você fizer barulho. 

Samara Morgan feelings. 

22.2.12

Pra gostar de Queen

Quem me conhece sabe que eu gosto muito do Queen. Muito, muito mesmo. Não me declaro fã porque acho que essa é uma palavra um tanto quanto exagerada. Mas se há uma banda que eu escuto todos os dias, essa é o Queen. Não que eu não goste de músicas atuais - eu gosto de algumas, e confesso que ultimamente tenho ouvido bastante Lady Gaga (que adquiriu esse nome por causa de uma música do Queen, by the way) - mas meus dinossauros musicais têm qualidade suficiente para atravessarem décadas e continuarem audíveis e fazendo sentido, despertando emoções.

Pois bem, sabendo que muita gente ainda não conhece o Queen, preparei uma pequena seleção musical para que vocês (queridos leitores do Wink) conheçam essa banda inglesa incrível e gostem dela (ou desgostem, depende de cada um).
Scandal é uma das minhas músicas favoritas. Por que? Caramba, o título é 'escândalo'! Precisa dizer mais alguma coisa? Eu adoro um escândalo e minha vida é cheia deles. Fora que o Freddie está very sexy nesse vídeo. 
Love of my life é uma música calminha, romântica, triste, de corno (do cara que foi abandonado pela mulher) e que a gente canta quando está melancólico. Ou não. Mas apesar de ser meio deprê, é uma boa pedida para dias mais tranquilos. 
Made in heaven é uma música pra se cantar junto. E para pensar, refletir, pensar no rumo que sua vida está tomando. É uma música com uma forte mensagem sobre o destino e sobre o que devemos fazer para chegar até o que é reservado para nós. 
Don't stop me now é uma das minhas músicas preferidas ever. É super pra cima, alegre, descontraída, bonita, daquelas que dá vontade de sair cantando na rua (e eu não fico só na vontade, canto mesmo). Fora que o Freddie tá muito lindo nesse vídeo (sim, eu acho o Freddie um dos caras mais bonitos que já existiram; estou exagerando? Provavelmente. Mas eu sou uma queenie, gente, e é isso o que fazemos.). 
Radio GaGa tem um dos videoclipes mais legais que eu já vi. Totalmente inspirado no filme "Metropolis", o clipe revolucionou a história dos clipes e foi um divisor de águas na banda. Também é a música que inspirou o nome da Lady GaGa, que é (ou era) fã de Queen. 

Vou parar a lista por aqui antes que a página fique muito pesada. Mas acho que já dá pra conhecer um pouquinho mais do Queen através dessas músicas aí, né? Espero que gostem, gente. See ya. 
Go, go, go, little queenie!

20.2.12

Happy B-day, Wink!

Há 2 anos nascia o Wink, proveniente de uma conversa minha com o Jerri Dias (da qual ele não deve se lembrar, já que foi a única vez que conversamos via msn) na qual ele me aconselhou a criar um blog. Criei na mesma hora, é claro; mas confesso que nunca pensei que esse blog seria tão importante em minha vida. E nunca pensei que alguém fosse realmente querer ler as coisas que escrevo aqui.
Lembro que não fazia ideia do que escrever no primeiro post, e como eu não sou de ficar pensando muito no que vou escrever, apenas escrevi o que estava em minha mente, e saiu uma comparação entre nossa vida e o cinema; meio tosca, mas pra um primeiro texto, até que eu fiquei orgulhosa. Passei o link do blog para alguns amigos e só. Nunca imaginei que o Wink chegaria a quantidade de leitores que ele possui, e fico feliz por saber que as pessoas gostam daqui tanto quanto eu. Mas o mais importante não foi ter um lugar para desabafar ou ficar razoavelmente conhecida através de alguns textos, mas sim foram as amizades que fiz através desse blog e que me ajudaram a superar momentos muito difíceis ano passado, sem as quais eu tenho certeza de que não teria me recuperado.
O Wink já viu várias fases minhas, cada uma delas registrada nas páginas desse blog. Não tenho uma classificação para ele, afinal ele não é um diário virtual, não é um blog de moda, não é um blog literário e nem de críticas de cinema. Ele é apenas meu blog, meu cantinho, e é um reflexo da confusão que eu sou. Se algum dia ele vai se definir? Duvido muito. Nunca encontrarei uma definição pra o Wink porque eu própria não me defino. E ele é um espelho de mim. Quem o lê me conhece mais do que muitas pessoas que são presentes na minha vidinha cheia de sal e pimenta.
Well, quero agradecer a todas as pessoinhas lindas que me incentivam a continuar com o Wink, mesmo durante minhas crises de "isso não dá certo, ninguém gosta de mim e eu não tenho talento", vocês me dão apoio, me ajudam e o Wink não estaria completando dois aninhos (é um bebê grande! *-*) se não fosse pelo apoio de vocês. Muito obrigada, gente. Vocês fazem meus dias mais suportáveis. E feliz aniversário, Wink!

E claro que todo aniversário precisa de música, então preparei uma playlist (exótica) para vocês escutarem, e acho que ela define bem o Wink. Well, thank you all.

18.2.12

Produção independente

Em uma dia randômico de verão, minhas amigas e eu fomos até um brechó (não faça essa cara de "só compro roupa em grife", porque se pode achar peças muito boas em um brechó, ou no armário da vovó, se você gostar de uma moda retrô) beneficente que estava sendo feito na escola, com o intuito de ajudar os animais de rua, para darmos uma força para a querida professora de matemática (com quem eu vivia brigando, mas que hoje em dia se dá super bem comigo e que fez um lindo discurso no meu último dia de aula na escola, dizendo que eu era sua aluna mais "estimulante") em seu projeto.

Chegando lá, eu avistei um vestido amarelo. Lindo. De um amarelo ouro que brilhava e absorvia toda a energia do local (e eu que nem sou escandalosa me apaixonei por ele de cara, né). Ele olhou para mim, eu olhei para ele e fui pegá-lo. No que eu o peguei para experimentá-lo, uma mulher desconhecida que estava ajudando lá pegou subitamente em meu braço e disse:
- Pode ser que ele sirva agora, mas você não prefere outra peça? Porque quando a barriga crescer mais ele não vai mais entrar.
- E por que minha barriga cresceria mais, mulher?
- Ah, você sabe! Ou talvez não, você parece tão novinha... Bem, deixa eu explicar: quando a mulher está grávida, a barriga cresce muito, e vejo pela sua que você está de 3 meses.
- O que?
- É. Pra quando é o bebê?
- Senhora, eu não tenho nem namorado. Do que a senhora está falando?
- Ah, você não tem namorado... É produção independente, minha filha?
- Mulher, eu sou virgem! Será possível que não dá pra ser cheinha nessa droga de país que já vira gestante, é?
- Desculpa, eu não sabia... Eu pensei que... Nossa, me desculpa.
(E então eu fiquei olhando pra ela com uma cara de psicopata dos filmes de Hitchcock enquanto ela se afastava lentamente de mim e não parava de pedir desculpa.)

Porque na pátria amada mãe gentil, uma garota não pode ter uma barriguinha (não parecia de 3 meses, caramba!) que já é chamada de gestante. E a vontade de bater nas pessoas que fazem isso, como é que fica?  Pessoas reais têm barriga (não que você que seja reta não seja uma pessoa real, mas todo mundo em alguma fase da vida já teve ou terá uma barriguinha saliente e não há nada de errado nisso).
Dica: quando ver alguém com uma barriga saliente, não pergunte pra quando é o bebê, não fique encarando a barriga com uma cara de "aww" e nunca, mas nunca mesmo alise a barriga da pessoa. Porque nem todas são tão educadas quanto eu. E haja paciência.
Freddie, seu lindo, você sabia das coisas. *-*
Só pra ressaltar: eu tinha 15 anos quando esse episódio aconteceu e meu peso e minha barriga já diminuíram consideravelmente e diminuirão mais ainda até Julho. Só pra constar. 
 

12.2.12

Encontro da Blogosfera Gaúcha

Ontem finalmente foi realizado o 1° Encontro da Blogosfera Gaúcha. Preciso dizer: amei estar lá. É fato que a maior parte das pessoas convidadas não compareceu (azar deles que perderam nosso piquenique estilo american way of life, com direito a toalha de poá e tudo), mas isso não impediu que fizéssemos nossa pequena bagunça no parque.

As blogueiras que lá estavam eram eu (óbvio), a Hallana, a Ju, a Gabi e a Adri (e o namorado da Ju que ficou de fotógrafo das modelos blogueiras). E já estamos planejando o próximo encontro! Abaixo, as fotos da nossa pequena bagunça (não reparem na minha falta de jeito pra tirar fotos: não sou nada fotogênica, infelizmente; mas as meninas estão lindas!).
Eu e a Ju

Todo mundo reunido: Adri, Gabi, Hallana, eu e a Ju. 

Hora da bagunça (a Ju derrubou tudo! haha detalhe para a toalha de poá super fofa)

Strike a pose.


As meninas fazendo bagunça (e eu numa tentativa falha de me esconder na foto porque eu sou um bicho do mato que não gosta de câmeras, haha.)


Apesar de ter faltado muita gente, nosso piquenique foi super harmonioso, divertido, com direito a muitas risadas, coisas gostosas de comer (e eu fiz brownies, não era nega maluca, eram brownies, viu dona Ju?), toalha de poá (gamei na toalha, gente!) e formigas pra todo o lado! haha
Confesso que mal posso esperar para o próximo EBG (e estou cheia de ideias aqui). 
Meninas, foi um prazer conhecê-las: vocês são fofas, engraçadas, simpáticas e lindas (e eu me senti um patinho feio desajeitado perto de vocês, but whatever, girls just wanna have fun!). 
See ya, girls! 

9.2.12

Renascimento

Às vezes é necessário morrer para permitir que outras coisas vivam. É necessário negar a si mesmo para que outras coisas possam nascer. É necessário renascer para uma nova vida - não a que você sonhou, mas a que estava em sua sina.
E foi o que ela fez: sentiu-o em sua alma antes de tê-lo e ao descobrir que seu tempestuoso amor já pertencia a outra dimensão de onde não poderia nunca sair, atirou-se ao seu encontro sem medir as consequências.

Seu corpo frágil e suas vestes refinadas foram pegos de súbito por uma violenta rede naquele oceano azul profundo, e cada vez mais ela ia afundando e perdendo o pouco fôlego que suas narinas delicadas haviam capturado. Ela tentou se desvencilhar, mas toda sua vaidade em forma de babados franceses de seu vestido a impediram de chegar ao topo e sair daquela rede. Enredada em suas próprias paixões ela ali permaneceu; se aquietou com o movimento das ondas que passavam por seus cachos castanhos e também pela imagem de seu amor do outro lado a lhe esperar.

Ela simplesmente desistiu de lutar para ser quem não era mais. Já era tarde, ela já havia sido pega e não havia mais tempo para arrependimentos. Então ela se deixou sonhar dentro daquele oceano profundo, dentro daquela rede de cordas fortes e bege, dentro daquela solidão do mar. Se permitiu sonhar com a promessa de um despertar em outra dimensão...

Despertou; não havia sido um sonho lúcido como tantos outros que ela havia tido. Dessa vez não. De menina delicada virou ossos, virou esqueleto, virou resto. Ela poderia sair dali agora, mas para quê se ela já não mais existia para os outros?
Seu amor, aquele demônio feiticeiro das águas profundas veio a seu encontro e a arrancou daquele fundo de oceano. Quando ela saiu de lá, que surpresa: seu corpo havia se renovado, sua alva pele ganhara a mesma coloração rosada e delicada de outrora e seu vestido de renda parecia intocado pelo tempo.

- Juntos finalmente, meu amor. - disse ele
- Finalmente e irremediavelmente, para sempre. - respondeu ela.
E assim ficaram pela eternidade; duas almas que se pertenciam e que não respeitaram os limites do espaço e tempo para estar juntos. Finalmente, juntos. Equilíbrio.
Porque às vezes é necessário morrer para que algo muito maior possa viver.

6.2.12

Seja uma cópia de si mesmo

Minha mãe acha que eu me exponho demais para o povo em geral. E não apenas na internet. Sou o tipo de pessoa que fala o que pensa, o que sente e que não dá a mínima pra o que os outros vão dizer sobre mim. Também sou conhecida por fazer comentários aleatórios (mas cheios de conteúdos interessantes, ao menos para mim) em meio a conversas "normais". Tenho a síndrome do too much information e falo às pessoas coisas que para mim são normais, mas que as chocam de certa forma.

Não conheço ninguém que se exponha tanto quanto eu. Ninguém. Parece que as pessoas vivem atormentadas por esse medo de serem julgadas se expuserem o que realmente pensam ou quem realmente são, e eu realmente não entendo isso. Se todos querem se expressar então por que esse medo da repressão? O máximo que pode acontecer na vida é você morrer, e você realmente quer morrer se sentindo culpada e reprimida por nunca ter enfrentado seus medos e ter feito que realmente gostaria de fazer?

Não estou dizendo para sair fazendo loucuras por aí - hey, people, tenham juízo independente de serem jovens ou não - mas estou dizendo que se fechar dentro de uma concha só vai fazer com que você se torne um fantasma de si mesmo. Só vai fazer com que vocês sejam um reflexo borrado de tudo aquilo que sempre imaginaram para si próprios.
Demorei muito, mas muito tempo pra me aceitar do jeito que eu sou e perceber que não era eu o problema, mas sim a minha falta de coragem pra assumir os riscos e as consequências de quem eu sou. E posso dizer que após fazer isso, minha vida mudou completamente: hoje estou muito mais feliz, 16 kgs mais magra (em 6 meses!), com um blog que eu amo e leitores que são mais do que leitores - são amigos, um namorado lindo que me ama do jeito que eu sou e que eu amo muito, uma família muito mais equilibrada e esperança de um futuro real e harmonioso.

Muitas pessoas me falam que me admiram muito por eu não me importar com o que os outros dirão a meu respeito e apenas ser eu mesma. Mas eu fico imaginando o quê as impede de fazer a mesma coisa. Ser você mesmo não dói. Sim, é difícil aguentar a pressão e ir na contramão da sociedade, mas não é impossível. E o melhor de tudo: no meio do caminho, se você expressar o que realmente quer e quem realmente é, achará pessoas que compartilham dos mesmos sentimentos que você e que irão lhe ajudar a realizar seus sonhos.

Pensem nisso, com carinho. Não é fácil, mas é algo muito gratificante. Viver em paz consigo mesmo te traz o gosto da vitória até mesmo quando você cai por correr atrás dos seus sonhos. Ou como Billy Joel canta em Vienna: "Mas você sabe que quando a verdade é dita, você pode conseguir o que quer ou pode apenas crescer. Sonhe, mas não pense que todos seus sonhos se realizarão. Quando você perceberá que Vienna espera por você?"

Mia Sodré estava sentindo falta desses textos sobre comportamento.

4.2.12

Um vampiro no meu quarto

Semana passada eu entrei em pânico. Mesmo. Estava eu, como sempre, escrevendo um texto para postar no blog, em meu quarto, à noite; quando de repente sinto alguém me observando, olho para trás e lá está ele: um morcego preto enorme em cima da minha cama me olhando fixamente.
Fiquei atônita. Não sabia o que fazer. Ele se mexeu e veio em minha direção e mais do que depressa, saí do quarto, tranquei a porta por fora e desci correndo as escadas e gritando (sim, gritando histericamente): "tem um morcego chupador de sangue atrás de mim."

Ok, a cena é engraçada, confesso. Ainda mais para mim, que nunca tive medo de morcegos, ratos, baratas ou qualquer animal dessa espécie. Mas o fato é que desde que eu li essa postagem no Medo B, falando de ratos gigantes que comem os olhos das pessoas enquanto elas dormem, eu entrei em pânico.

Sim, eu sei que morcegos não são ratos, mas eles têm dentes afiados e assustadores e vai saber... O fato é que eu tive um momento mulherzinha dos anos 50: fui pra cima de um sofá e não saí de lá até que meu pai tirasse o morcego chupador de sangue metido a Drácula do meu quarto.

Não que eu não esteja acostumada com bichos estranhos ao meu redor (sempre aparecem bichos de todas as espécies aqui no meu quarto: um cão negro que aparentemente escala telhados e fica batendo e uivando (?) na minha janela durante a madrugada, um gato preto enorme que parece ter saído de um episódio de He-man, aranhas gigantes pretas andando pelas paredes e até um corvo preto que às vezes pousa na minha janela), só que eu, durante a TPM, com um morcego gótico em cima da minha cama me encarando, surtei. Surtei mesmo.

E apesar de meu pai tê-lo tirado do meu quarto, confesso que estou morrendo de medo de dormir e esse morcego aparecer durante o meu sono (e chupar meu sangue). Medos à parte, ainda prefiro o meu quarto ao resto do mundo. Me sinto estranhamente segura aqui. Ou não.

Mia Sodré acha que esse tipo de coisa só acontece com ela. Vocês têm histórias assim também? Conta aí, gente. 

3.2.12

Carinho das leitoras

Não sei quanto a vocês, mas eu me sinto extremamente feliz quando ganho algum selinho de alguém da blogosfera. Gente, eu acho que isso é muito carinhoso, sabe, muito fofo; gosto mesmo. E apesar de eu ser uma blogueira meio preguiçosa (e talvez vocês já tenham reparado nisso nesses quase dois anos de blog), eu amo receber selinhos de vocês e publicá-los aqui. Então, já que tenho 3 selinhos e um meme para postar, preciso dizer de antemão: muito obrigada, meninas, que me deram esses selinhos. Amei cada um, podem ter certeza.

A Lívia, do Livinha's Place me deu dois selinhos lindos, e eu nem preciso dizer o quanto eu fiquei feliz por ela ter se lembrado de mim, né? Obrigada, Lívia. *-*  (visitem lá, pessoal; acompanho o blog dela há tempos e vale a pena ser visitado, viste?)
As regras são: repassar para alguns blogs que você gosta. A lista de blogs indicados estará no final da postagem, ok?

A Layla, do blog Peacetime, me deu mais um selinho lindo. Aliás, o blog dela também é superfofo e vale uma visita, viste? 
A regra é: passar para 10 blogs que você gosta. 
A (aquariana que faz aniversário no mesmo dia que eu) Lilly do blog Purple Pineapple me indicou um meme que eu já havia feito (mas que farei de novo porque faltou coisas da outra vez, haha). 
PS.: Eu até tentei deixar esse post menor, mas não tem jeito, pessoal: as imagens o fizeram ficar enorme... Espero que não se importem. Azar, agora já foi. 
As regras são simples: 1) Divulgar o nome de quem passou o meme; 2) Postar 10 imagens que representem o que eu gosto e 3) Passar esse meme para mais 10 pessoas e notificá-las. 
PS².: A ordem dos fatores não altera o produto (regra básica da matemática que se aplica a quase tudo em minha vida). 
Me esconder em meu quarto e ficar lendo blogs do início ao fim (sim, quando eu gosto de um blog mesmo eu começo a lê-lo desde o início e só paro quando vejo o fim. Depois tento falar com a autora e perguntar como é que ela se conectou à minha mente e escreveu tudo que eu estava sentindo. Sinistro.).
Fazer xixi. Não, você não leu errado. Sei que muita gente vai fazer uma cara de nojinho agora porque ninguém na blogosfera fica falando sobre fazer xixi, mas gente, falando sério: é uma sensação boa de alívio. Eu gosto, tá? Todo mundo faz e é algo natural e saudável do qual eu não me envergonho nem um pouco. Pronto, falei. haha 
Pensar. Eu penso DEMAIS (assim, em caps lock mesmo) e me deixo em pânico sozinha. É algo ambíguo porque ao mesmo tempo em que eu amo fazer isso, em ficar em um ponto qualquer e pensar sobre a vida, também detesto ter essa droga de overthinking e não conseguir parar de pensar em coisas malucas. Acho que eu preciso de terapia. Mesmo. #tenso 
 Tomar líquidos de canudinho. Pode ser suco, batida, refrigerante, água mineral, seja-lá-o-que-for: quando há um canudinho de intermediário entre mim e o líquido em questão, eu fico feliz. Parece ser uma coisa meio boba, mas eu realmente tenho fascinação por canudinhos coloridos. É higiênico, prático, bonito e coisa de criança. É fofo. *-* 
Panquecas. É fato que não sou lá muito comilona (salvo raras exceções de ataques hormonais durante a TPM), mas se há algo que eu realmente gosto de comer é panqueca. Sou a louca das panquecas aqui em casa. E diga-se de passagem: papai prepara as melhores panquecas que já provei na vida. Yummy. 
Estudar. Sei que a essa altura da lista, já há quem não tenha dúvidas de que eu fugi do hospício, mas sim: eu sou uma nerd alternativa. Amo estudar. Amo Física Quântica, apresentar trabalhos escolares, fazer pesquisas e fico papeando com meus professores durante a aula toda. Pois é. 
Caminhar. Amo caminhar sem rumo por aí. É uma das minhas terapias alternativas favoritas: relaxa, diminui consideravelmente o stress, me ajuda a evitar pensar em bobagens e ainda por cima me faz perder algumas calorias. É perfeito. Ainda mais logo pela manhãzinha. 
Cantar. Estou sempre cantarolando algo, sempre. Sou uma pessoa muito musical e minha playlist é composta 70% de dinossauros do rock (50% só de Queen) e os outros 30% ficam com músicas super variadas e exóticas (como as da Zooey Deschanel e da Ida Maria). E canto na rua também. Sou um escândalo fora de casa. Todos me olham com o olhar de "lá vai a louca que se acha cantora". haha Eu não dou a mínima, sinceramente. O importante é chamar atenção. E se divertir, é claro. 
Recortar ou rasgar papel. Gente, isso é tão relaxante. Desde que eu era pequena, sempre que estou estressada ou com muita energia acumulada, pego uma pilha de papel e começo a fazer picadinho. Isso é um tipo de terapia alternativa (que só aquarianas entendem, né Lilly?) que realmente funciona. Recomendo a todos. 
Estar com o Johnny. Confesso que eu não iria colocá-lo na lista porque o menino não gosta muito de exibir suas fotos por aí, mas que se dane, ele já faz parte da minha vida e vai aparecer aqui e ponto. haha Enfim, estar com o Johnny é uma das coisas que mais me deixa feliz e animada e despreocupada e relaxada que existem. Com certeza, é a melhor das terapias (e eu vou parar por aqui antes que escreva um texto meloso, escorrendo mel, mas o fato é que ele me faz muito, muito bem). 

10 blogs indicados para receber os selos e fazer o meme 
Yet Love 
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